RACINE, Wis., Oct 06, 2008 /PRNewswire via COMTEX/ -- To dramatically improve international relations throughout the world, the U.S. Center for Citizen Diplomacy (U.S. Center) announced today a National Presidents' Initiative for Citizen Diplomacy. The National Presidents' Initiative was launched as a result of discussions by 40 U.S. leaders, associated with more than 90 organizations in international affairs, who attended a Leadership Forum on Citizen Diplomacy. A National Presidents' Initiative Steering Committee plans to meet with members of the U.S. Center's Board, forum participants, nationally recognized leaders in foreign affairs, members of Congress, members of the new administration's transition team on foreign policy, and with the president-elect in early December to discuss this strategic plan and its implementation. The Leadership Forum, co-sponsored by the Johnson Foundation, convened October 1-3, 2008, at the Wingspread Conference Center in Racine, Wisconsin.
"Polls and studies document that anti-American sentiment around the globe is dangerously high, growing to unprecedented levels. In an era of increasing interdependence, more and more people develop their most lasting impressions from face-to-face, personal encounters with people visiting the U.S. or when Americans travel abroad," said Former Ambassador Mark Johnson, V.P. of the U.S. Center's Board of Directors and facilitator at the Leadership Forum. "Restoring America's global image demands the active engagement of American citizens in a dramatic expansion of citizen diplomacy. Implementation of the National Presidents' Initiative, increasing our capacity to reach out, will be a powerful force in defining the U.S. to the rest of the world."
The National Presidents' Initiative will be a "Call to Action" to energize and motivate Americans to become citizen diplomats, dramatically increasing the number of Americans, of all ages, who are actively engaged globally to strengthen America's international relationships. The strategic plan includes the expansion of existing citizen diplomacy efforts and identifies bold new, innovative opportunities to engage all Americans globally through education, business, volunteer service, community-based initiatives, professional exchange, arts & humanities programs, sports, development assistance or international travel.
Harriet Fulbright, President of the J. William & Harriet Fulbright Center and U.S. Center Board member said, "President Dwight D. Eisenhower recognized the importance of citizen diplomacy more than 50 years ago when he convened the People to People Conference in 1956. Today, we must redefine citizenship for the 21st century. All Americans can be a driving force in improving international relations, working across cultures to ensure global political and economic stability."
The U.S. Center, based in Des Moines, Iowa, is a nonpartisan, non-profit organization established in 2006 to promote opportunity for all Americans to become citizen diplomats of the highest order, for their communities and for their country. To advance its mission, the U.S. Center invited leaders with extensive backgrounds in all facets of international engagement, in both public and private sectors, business, education and non-profit international organizations to the Leadership Forum.
For more information on the U.S. Center for Citizen Diplomacy, visit http://www.uscenterforcitizendiplomacy.org. Contact: Marisol Molstre
Phone: 515-282-7145
m.molstre@essmanassociates.com
Denise Essman
Phone: 515-282-7145
d.essman@essmanassociates.com
SOURCE U.S. Center for Citizen Diplomacy
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Chavez d' Ouro
No 'Jornal Notícias' de 5 Outubro
O Presidente venezuelano, Hugo Chávez afirmou, este domingo, que o seu país criará um "sistema financeiro próprio" em conjunto com "países aliados" como o Irão, Rússia, Bielorússia e China, e o apoio do líder cubano Fidel Castro.
Esta dita "arquitectura financeira" venezuelana permitiu ao país resguardar-se da crise financeira mundial, assegurou Chávez, durante uma visita a duas plataformas petroquímicas em construção no Estado de Carabobo.
"Erguemos o nosso próprio sistema de finanças interno, externo e mundial", através da promoção de sociedades económicas com os citados "países aliados", declarou Chávez, afirmando-se defensor do "socialismo do século XXI".
O líder venezuelano referiu que a aliança com aqueles estados baseia-se na constituição de fundos milionários e bancos bi-nacionais, que nada têm a ver com instituições financeiras internacionais, e que dotam com recursos projectos e empresas bi-nacionais em áreas "estratégicas" como energia, alimentação e indústria.
"Temos uma arquitectura financeira mundial estável. O nosso capital provém da recuperação da venda do petróleo, que era roubada pelos governos anteriores", declarou Chávez.
O governante citou como exemplo desta "arquitectura financeira" o fundo bi-nacional que a Venezuela tem com a China, constituído o ano passado com um capital de 6.000 milhões de dólares e que será elevado até aos 12.000 milhões, assinado por Caracas e Pequim durante a visita do Chefe de Estado venezuelano à China, há duas semanas.
Também, a próxima criação de um banco bi-nacional entre a Venezuela e o Irão, que "quiçá chamemos 'Caixa de Valores Chávez-Ahmadinejad", disse entre risos, o Presidente Chávez.
O Presidente venezuelano, Hugo Chávez afirmou, este domingo, que o seu país criará um "sistema financeiro próprio" em conjunto com "países aliados" como o Irão, Rússia, Bielorússia e China, e o apoio do líder cubano Fidel Castro.
Esta dita "arquitectura financeira" venezuelana permitiu ao país resguardar-se da crise financeira mundial, assegurou Chávez, durante uma visita a duas plataformas petroquímicas em construção no Estado de Carabobo.
"Erguemos o nosso próprio sistema de finanças interno, externo e mundial", através da promoção de sociedades económicas com os citados "países aliados", declarou Chávez, afirmando-se defensor do "socialismo do século XXI".
O líder venezuelano referiu que a aliança com aqueles estados baseia-se na constituição de fundos milionários e bancos bi-nacionais, que nada têm a ver com instituições financeiras internacionais, e que dotam com recursos projectos e empresas bi-nacionais em áreas "estratégicas" como energia, alimentação e indústria.
"Temos uma arquitectura financeira mundial estável. O nosso capital provém da recuperação da venda do petróleo, que era roubada pelos governos anteriores", declarou Chávez.
O governante citou como exemplo desta "arquitectura financeira" o fundo bi-nacional que a Venezuela tem com a China, constituído o ano passado com um capital de 6.000 milhões de dólares e que será elevado até aos 12.000 milhões, assinado por Caracas e Pequim durante a visita do Chefe de Estado venezuelano à China, há duas semanas.
Também, a próxima criação de um banco bi-nacional entre a Venezuela e o Irão, que "quiçá chamemos 'Caixa de Valores Chávez-Ahmadinejad", disse entre risos, o Presidente Chávez.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Ponto de Situação
Ao fim destes 5 dias as coisas continuam quase na mesma por cá, mas no mundo...
A economia do éter a materializar-se em grandes falências. Os EUA criaram o problema e também estão a arranjar a solução. Mas a ganância não foi só dos americanos pelo que não devem ser os únicos a pagar a crise.
As guerras nacionais recomeçam com os ricos e pobres revoltados. América do Sul dá o mote.
A China chora no leite derramado e volta à era pré-Olímpicos.
Só Rússia e Brasil podem fazer algum contrabalanço aos EUA. Não com guerra.
A Rússia agarrou a Europa pelos tubos, de gás e petróleo, e a potência Brasil já está aí a dar cartas.
A Europa ainda não tem músculo militar para impor as suas ideias em Política externa. Mais uma vez, se houvesse chatice na Europa só os EUA nos poderiam valer. Esta ideia de que não haverá guerra através de 'soft-power' é pouco sustentável num mundo que teima equilibrar-se pela força das armas.
O petróleo continuará nos 100 dólares até nos recuperarmos da queda. Depois, como tudo o que tem procura e é escasso, vai subir outra vez. Aí só mesmo o nuclear, o solar etc., nos valerão.
Mudanças climáticas com que ainda não sonhamos irão dar novo aspecto à Terra. Só depois se perceberá o que acontece à água.
O importante das nossas vidas vai passar por satélites, com as nanotecnologias e a engenharia genética a marcarem lugar preponderante na determinação da qualidade de vida.
Desigualdades haverá sempre, mas hoje podemos fazer muito mais e melhor do que se fazia há um século. Só que ainda não estamos a viver num mundo melhor
A economia do éter a materializar-se em grandes falências. Os EUA criaram o problema e também estão a arranjar a solução. Mas a ganância não foi só dos americanos pelo que não devem ser os únicos a pagar a crise.
As guerras nacionais recomeçam com os ricos e pobres revoltados. América do Sul dá o mote.
A China chora no leite derramado e volta à era pré-Olímpicos.
Só Rússia e Brasil podem fazer algum contrabalanço aos EUA. Não com guerra.
A Rússia agarrou a Europa pelos tubos, de gás e petróleo, e a potência Brasil já está aí a dar cartas.
A Europa ainda não tem músculo militar para impor as suas ideias em Política externa. Mais uma vez, se houvesse chatice na Europa só os EUA nos poderiam valer. Esta ideia de que não haverá guerra através de 'soft-power' é pouco sustentável num mundo que teima equilibrar-se pela força das armas.
O petróleo continuará nos 100 dólares até nos recuperarmos da queda. Depois, como tudo o que tem procura e é escasso, vai subir outra vez. Aí só mesmo o nuclear, o solar etc., nos valerão.
Mudanças climáticas com que ainda não sonhamos irão dar novo aspecto à Terra. Só depois se perceberá o que acontece à água.
O importante das nossas vidas vai passar por satélites, com as nanotecnologias e a engenharia genética a marcarem lugar preponderante na determinação da qualidade de vida.
Desigualdades haverá sempre, mas hoje podemos fazer muito mais e melhor do que se fazia há um século. Só que ainda não estamos a viver num mundo melhor
terça-feira, 23 de setembro de 2008
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